Empanada
As empanadas são um prato tradicional da Espanha, Argentina, do Chile, do Peru.
Consistem em pastéis de carne, tipicamente assados, mas que também podem ser fritos e, que são, em geral, bastante picantes, temperados com pimenta-de-caiena ou malagueta de piri-piri. Os recheios variam mas os mais comuns são de carne de boi, de frango ou ainda de milho (humita) e de queijo com cebola. Também é característica da empanada um alto teor de gordura, que faz com que o recheio seja bastante úmido. Nas empanadas de carne de boi (as mais típicas), é comum que o recheio consista de carne cortada em pedacinhos bem pequenos (mas não moída), batatas em cubinhos, cebolas, azeitonas e passas de uva, tudo isso embebido em uma generosa quantidade de manteiga.
É uma comida típica de bar, sendo servida no contexto de uma refeição rápida, um lanche ou, quando degustada em restaurantes, como entrada.
A Argentina também possui muitas carnes variadas de porco e até javali.
sábado, 27 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Geral Comida:Cereais
Cereais são as plantas cultivadas por seus frutos (do tipo cariopse) comestíveis, normalmente chamados grãos e são na maior parte gramíneas.
Os cereais são produzidos em todo mundo em maiores quantidades do que qualquer outro tipo de produto e são os que mais fornecem calorias ao ser humano. Em alguns países em desenvolvimento, os cereais constituem praticamente a dieta inteira da população.
Nos países desenvolvidos, o consumo de cereal é mais moderado mas ainda substancial. A palavra cereal tem sua origem na deusa romana do grão, Ceres.
Aveia, cevada, e alguns produtos feitos deles.
As colheitas do cereal são (em ordem aproximada de maior produção anual):
* Trigo, o cereal básico de regiões temperadas
* Arroz, o cereal básico de regiões tropicais
* Milho, um produto básico na alimentação dos povos na América do Norte, América do Sul, África e de animais domésticos em todo mundo.
* Os painços, um grupo dos cereais similares que são alimento de base importante na Ásia e na África.
* Sorgo, importante alimento básico na Ásia e África e popular em todo mundo para animais domésticos.
* Centeio e triticale, importantes em climas frios.
* Aveia, anteriormente o principal alimento da Escócia e popular em todo mundo para animais domésticos.
* Cevada, cultivado para maltação e ração de animais domésticos em terra demasiada pobre para o trigo.
* Teff, popular na Etiópia mas pouco conhecido em outras partes do mundo.
* Arroz selvagem, cresce em quantidades pequenas no EUA.
* Espelta, um parente próximo do trigo
Pseudocereais:
Além desses, diversas não-gramíneas são cultivadas pelas suas sementes. Estes pseudocereais incluem (em nenhuma ordem particular):
* Amaranto
* Trigo sarraceno
* Quinoa
Cultivo:
Embora cada espécie individual tenha as suas peculiaridades, o cultivo de todos os cereais é similar. Todos são plantas anuais; em conseqüência, um plantio rende uma colheita. Trigo, centeio, triticale, aveia, cevada e spelt são os cereais de estação fria. Estas são plantas rústicas que crescem bem em clima moderado e param de crescer em clima quente (aproximadamente 30°C mas isso varia dependendo da espécie e variedade). Os outros cereais de estação quente são mais delicados e preferem clima quente.
Cereais de clima frio são bem adaptados a climas temperados. A maioria das variedades de uma espécie em particular são ou tipos de inverno ou de primavera. Variedades de inverno são semeadas no outono, germinam e crescem vegetativamente, então adormecem durante o inverno. Elas retomam o crescimento na primavera e amadurecem no final da primavera ou início do verão. Este sistema de cultivo faz uso otimizado da água e libera terra para outra safra no início da temporada de crescimento. Variedades de inverno não florescem até a primavera porque elas requerem a vernalização. Em locais em que os invernos são quentes demais para a vernalização ou excedem a rusticidade da planta (que varia por espécie e variedade), os agricultores cultivam variedades de primavera. Cereais de primavera são plantados no início da primavera e amadurecem mais tarde no mesmo verão, sem vernalização. Cereais de primavera tipicamente requerem mais irrigação e rendem menos do que cereais de inverno.
Centeio é o cereal mais rústico, capaz de suportar o inverno no sub-ártico e na Sibéria. O trigo é o mais popular. Todos os cereais de estação fria são cultivados nos trópicos, mas apenas nos planaltos frescos, nos quais pode ser possível cultivar safras múltiplas num ano.
Os cereais de estação quente são cultivados em planícies baixas tropicais ao longo de todo o ano e em climas temperados durante a estação livre de gelo.
Valor alimentício:
Os grãos de cereal fornecem a maior parte de suas calorias na forma de amido. Eles também são uma fonte significativa de proteína, embora o equilíbrio de aminoácidos não seja ideal. Grãos integrais (ver abaixo) são boas fontes de fibra dietética, ácidos graxos essenciais e outros nutrientes importantes.
O arroz é consumido como grãos inteiros cozidos, embora farinha de arroz também seja produzida. A aveia é esmagada, moída ou cortada em pedaços e cozida em mingau. A maioria dos outros cereais é moída em farinha, isto é, beneficiada. As camadas externas de farelo e germe são removidas (ver grão (fruto) e semente). Isso reduz o valor nutritivo mas torna o grão mais saboroso para muitos paladares. Pessoas preocupadas com a saúde tendem a preferir grãos integrais, que não são beneficiados. A obesidade é por vezes atribuída ao consumo exagerado de cereais polidos. Grãos beneficiados se conservam melhor porque as camadas externas dos grãos são ricas em gorduras propensas a rançar. O resíduo do beneficiamento é por vezes misturado numa ração animal preparada.
Uma vez (opcionalmente) beneficiada e moída, a farinha resultante é usada para fazer pão, massas, sobremesas, bolinhos, e muitos outros produtos. Além de cereais, farinha é às vezes feita a partir de batatas, castanhas e vagens (especialmente ervilhas).
Alimentos industrializados feitos a partir de cereais para consumo no desjejum são comumente chamados de cereais matinais
Os cereais são produzidos em todo mundo em maiores quantidades do que qualquer outro tipo de produto e são os que mais fornecem calorias ao ser humano. Em alguns países em desenvolvimento, os cereais constituem praticamente a dieta inteira da população.
Nos países desenvolvidos, o consumo de cereal é mais moderado mas ainda substancial. A palavra cereal tem sua origem na deusa romana do grão, Ceres.
Aveia, cevada, e alguns produtos feitos deles.
As colheitas do cereal são (em ordem aproximada de maior produção anual):
* Trigo, o cereal básico de regiões temperadas
* Arroz, o cereal básico de regiões tropicais
* Milho, um produto básico na alimentação dos povos na América do Norte, América do Sul, África e de animais domésticos em todo mundo.
* Os painços, um grupo dos cereais similares que são alimento de base importante na Ásia e na África.
* Sorgo, importante alimento básico na Ásia e África e popular em todo mundo para animais domésticos.
* Centeio e triticale, importantes em climas frios.
* Aveia, anteriormente o principal alimento da Escócia e popular em todo mundo para animais domésticos.
* Cevada, cultivado para maltação e ração de animais domésticos em terra demasiada pobre para o trigo.
* Teff, popular na Etiópia mas pouco conhecido em outras partes do mundo.
* Arroz selvagem, cresce em quantidades pequenas no EUA.
* Espelta, um parente próximo do trigo
Pseudocereais:
Além desses, diversas não-gramíneas são cultivadas pelas suas sementes. Estes pseudocereais incluem (em nenhuma ordem particular):
* Amaranto
* Trigo sarraceno
* Quinoa
Cultivo:
Embora cada espécie individual tenha as suas peculiaridades, o cultivo de todos os cereais é similar. Todos são plantas anuais; em conseqüência, um plantio rende uma colheita. Trigo, centeio, triticale, aveia, cevada e spelt são os cereais de estação fria. Estas são plantas rústicas que crescem bem em clima moderado e param de crescer em clima quente (aproximadamente 30°C mas isso varia dependendo da espécie e variedade). Os outros cereais de estação quente são mais delicados e preferem clima quente.
Cereais de clima frio são bem adaptados a climas temperados. A maioria das variedades de uma espécie em particular são ou tipos de inverno ou de primavera. Variedades de inverno são semeadas no outono, germinam e crescem vegetativamente, então adormecem durante o inverno. Elas retomam o crescimento na primavera e amadurecem no final da primavera ou início do verão. Este sistema de cultivo faz uso otimizado da água e libera terra para outra safra no início da temporada de crescimento. Variedades de inverno não florescem até a primavera porque elas requerem a vernalização. Em locais em que os invernos são quentes demais para a vernalização ou excedem a rusticidade da planta (que varia por espécie e variedade), os agricultores cultivam variedades de primavera. Cereais de primavera são plantados no início da primavera e amadurecem mais tarde no mesmo verão, sem vernalização. Cereais de primavera tipicamente requerem mais irrigação e rendem menos do que cereais de inverno.
Centeio é o cereal mais rústico, capaz de suportar o inverno no sub-ártico e na Sibéria. O trigo é o mais popular. Todos os cereais de estação fria são cultivados nos trópicos, mas apenas nos planaltos frescos, nos quais pode ser possível cultivar safras múltiplas num ano.
Os cereais de estação quente são cultivados em planícies baixas tropicais ao longo de todo o ano e em climas temperados durante a estação livre de gelo.
Valor alimentício:
Os grãos de cereal fornecem a maior parte de suas calorias na forma de amido. Eles também são uma fonte significativa de proteína, embora o equilíbrio de aminoácidos não seja ideal. Grãos integrais (ver abaixo) são boas fontes de fibra dietética, ácidos graxos essenciais e outros nutrientes importantes.
O arroz é consumido como grãos inteiros cozidos, embora farinha de arroz também seja produzida. A aveia é esmagada, moída ou cortada em pedaços e cozida em mingau. A maioria dos outros cereais é moída em farinha, isto é, beneficiada. As camadas externas de farelo e germe são removidas (ver grão (fruto) e semente). Isso reduz o valor nutritivo mas torna o grão mais saboroso para muitos paladares. Pessoas preocupadas com a saúde tendem a preferir grãos integrais, que não são beneficiados. A obesidade é por vezes atribuída ao consumo exagerado de cereais polidos. Grãos beneficiados se conservam melhor porque as camadas externas dos grãos são ricas em gorduras propensas a rançar. O resíduo do beneficiamento é por vezes misturado numa ração animal preparada.
Uma vez (opcionalmente) beneficiada e moída, a farinha resultante é usada para fazer pão, massas, sobremesas, bolinhos, e muitos outros produtos. Além de cereais, farinha é às vezes feita a partir de batatas, castanhas e vagens (especialmente ervilhas).
Alimentos industrializados feitos a partir de cereais para consumo no desjejum são comumente chamados de cereais matinais
quarta-feira, 24 de março de 2010
Geral omida: Pamonhas
Pamonha
Pamonha é um quitute feito de milho verde, comum em todo o território brasileiro, principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e em todos os Estados do Nordeste.
O milho verde é ralado e à massa resultante são misturados leite e sal ou açúcar. Esta massa é colocada em "recipientes" feitos com a própria casca do milho que também serve como tampa. As pamonhas são submetidas a cozimento e sua massa alcança uma consistência firme e macia.
O nome "pamonha" vem da palavra tupi pa'muña, que significa "pegajoso".
Em O dialeto caipira, de Amadeu Amaral, há a referência tanto à pamonha como ao curau.
Piracicaba se tornou famosa por sua grande produção de pamonhas e pelo marketing das "pamonhas de Piracicaba" nos anos 60 e 70 quando a familia Rodrigues fabricava mais de 5.000 pamonhas diariamente para serem distribuidas por todo o estado de São Paulo. Tornar-se-iam nacionalmente conhecidas as chamadas dos alto-falantes dos vendedores: "Pamonhas, pamonhas fresquinhas, pamonhas de Piracicaba, é o puro creme do milho!, venham experimentar estas delícias... Pamonhas, Pamonhas, Pamonhas...".
Pamonha é um quitute feito de milho verde, comum em todo o território brasileiro, principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e em todos os Estados do Nordeste.
O milho verde é ralado e à massa resultante são misturados leite e sal ou açúcar. Esta massa é colocada em "recipientes" feitos com a própria casca do milho que também serve como tampa. As pamonhas são submetidas a cozimento e sua massa alcança uma consistência firme e macia.
O nome "pamonha" vem da palavra tupi pa'muña, que significa "pegajoso".
Em O dialeto caipira, de Amadeu Amaral, há a referência tanto à pamonha como ao curau.
Piracicaba se tornou famosa por sua grande produção de pamonhas e pelo marketing das "pamonhas de Piracicaba" nos anos 60 e 70 quando a familia Rodrigues fabricava mais de 5.000 pamonhas diariamente para serem distribuidas por todo o estado de São Paulo. Tornar-se-iam nacionalmente conhecidas as chamadas dos alto-falantes dos vendedores: "Pamonhas, pamonhas fresquinhas, pamonhas de Piracicaba, é o puro creme do milho!, venham experimentar estas delícias... Pamonhas, Pamonhas, Pamonhas...".
segunda-feira, 22 de março de 2010
Geral Comida: Quibe
Quibe (ou Kibe) em português é um prato típico do Oriente Médio que consiste em um bolo de carne moída, temperada com ervas, que pode ser cru, cozido ou frito. É um prato muito popular e considerado o prato nacional no Líbano, Síria e Iraque. É também comum no norte da África, na Turquia, na península arábica e em parte do Cáucaso, como na Armênia. Imigrantes dessas regiões difundiram a receita para outras partes do mundo - em especial para o Brasil, onde se pode comer quibe em padarias, lanchonetes, restaurantes e bares.
No seu preparo mais comum consiste de uma massa de carne moída e trigo tabule, recheada originalmente com carne de carneiro e ervas. O formato, o tamanho e os ingredientes variam muito nos diferentes tipos de quibes. No Iraque existe um tipo de quibe onde a massa (crosta) é feita de arroz, chamado de Kubbat Halab. Também no Iraque, outro tipo de quibe é feito com a massa de carne e trigo, no formato arrendodado e chato, chamado de Kubbat Mosul. Finalmente existe um tipo de quibe assírio/iraquiano, onde o quibe é misturado e depois cozido com tomates e temperos.
O quibe com a carne e a mistura de tabule, sem a massa (crosta), pode ser servido cru, chamado kibbe nayye, típico do Líbano, Síria e Iraque, acompanhado do licor de arak. No Líbano, o quibe cru servido num dia, é cozido para ser servido no dia seguinte.
Um acompanhamento tradicional do quibe é o tahini.
Apesar de ser originário do Oriente Médio, é um prato popular na América do Sul, onde foi introduzido pelos imigrantes sírio-libaneses.
Vamos agora a parte principal;daremos a receita para que você possa fazer em sua casa um maravilhoso quibe.
Ingredientes:
- - 1kg de carne moída
- - 1kg de trigo para quibe
- - 2 colheres de manteiga
- - 2 cebolas picadinhas
- - sal
- - pimenta do reino
- - hortelã
- -Deixar o trigo para quibe de molho por 3 horas
- - Escorrer muito bem e espremer o trigo
- -Misturar os demais ingredientes, se preferir passe por um moedor ou processador antes de fritar.
sábado, 20 de março de 2010
Geral Comida: Bife
Bife é uma designação comumente utilizada para uma peça de carne frita ou grelhada, geralmente cortada como uma fatia. A sua espessura e comprimento podem variar consoante o tipo de carne e a receita que se utiliza para a confecção.
Em Portugal, existem inúmeras receitas de bifes, como por exemplo o Bife à Portuguesa, o Bife à Marrare, o Bitoque, para citar apenas algumas. Normalmente, são receitas que utilizam carne bovino. É frequente encontrar em restaurantes designações referindo-se ao tipo específico da peça de carne bovino, como por exemplo o bife do lombo, bife da vazia e bife da alcatra. Os restaurantes designados como cervejarias são normalmente especialistas em bifes, para além de cerveja.
Na Bélgica, é comum ver nas ementas dos restaurantes uma selecção de bifes grelhados, onde são discriminados os tipos de carne (geralmente bovina ou de cavalo) e os tipos de molhos que os complementam. São geralmente acompanhados por batatas fritas.
Nos EUA, existem cadeias de restaurantes especializadas na confecção de bifes, geralmente de tamanho grande. São, em grande parte, bifes de carne de bovina grelhados, complementados por acompanhamentos tipicamente americanos, como as batatas assadas com natas. As batatas fritas são também um acompanhamento comum.
Em Portugal, existem inúmeras receitas de bifes, como por exemplo o Bife à Portuguesa, o Bife à Marrare, o Bitoque, para citar apenas algumas. Normalmente, são receitas que utilizam carne bovino. É frequente encontrar em restaurantes designações referindo-se ao tipo específico da peça de carne bovino, como por exemplo o bife do lombo, bife da vazia e bife da alcatra. Os restaurantes designados como cervejarias são normalmente especialistas em bifes, para além de cerveja.
Na Bélgica, é comum ver nas ementas dos restaurantes uma selecção de bifes grelhados, onde são discriminados os tipos de carne (geralmente bovina ou de cavalo) e os tipos de molhos que os complementam. São geralmente acompanhados por batatas fritas.
Nos EUA, existem cadeias de restaurantes especializadas na confecção de bifes, geralmente de tamanho grande. São, em grande parte, bifes de carne de bovina grelhados, complementados por acompanhamentos tipicamente americanos, como as batatas assadas com natas. As batatas fritas são também um acompanhamento comum.
Grau de cozedura
A preparação dos bifes pode ser feita com diferentes graus de cozedura, passando pelo mal passado e pelo bem passado, quer sejam fritos, grelhados ou preparados de outra forma.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Geral Comida: Abará
Abará
Abará é um dos pratos da culinária baiana e como o acarajé também faz parte da comida ritual do candomblé.
O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.
O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescentam-se cebola ralada, um pouco de sal, duas colheres de dendê.
Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que podem ser moído junto com o feijão, além de alguns inteiros
Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, semelhante ao processo usado para fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. É servido na própria folha.
Abará é um dos pratos da culinária baiana e como o acarajé também faz parte da comida ritual do candomblé.
O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.
O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescentam-se cebola ralada, um pouco de sal, duas colheres de dendê.
Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que podem ser moído junto com o feijão, além de alguns inteiros
Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, semelhante ao processo usado para fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. É servido na própria folha.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Geral Comida: Pizza
Pizza é uma preparação culinária que consiste em um disco de massa fermentada
de farinha de trigo, regado com molho de tomates e coberto com ingredientes variados
que normalmente incluem algum tipo de queijo, carnes preparadas ou defumadas e ervas,
normalmente orégano ou manjericão, tudo assado em forno por um pizzaiolo.
A verdadeira pizza napolitana:
Em 1982 foi fundada, em Nápoles, na Itália, por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana.
A Pizza Napolitana está, desde Dezembro de 2009, protegida pela Comissão Européia, junto com mais 44 produtos que têm o selo de “Especialidade Tradicional Garantida” ‘’(Specialità Tradizionale Garantita – STG)’’
A variedade de coberturas é reconhecida pela organização, porém devem ter a sua aprovação, estando em conformidade com as tradições napolitanas e não contrastando com nenhuma regra gastronômica. Algumas coberturas são tidas como tradicionais, sendo elas (respeitando seus nomes italianos):
* Marinara (Napolitana): tomate, azeite de oliva, orégano e alho.
* Margherita: tomate, azeite de oliva, mozzarella e manjericão.
* Ripieno (Calzone), uma pizza recheada: ricota, mozzarella especial, azeite de oliva e salame.
* Formaggio e Pomodoro: tomate, azeite de oliva e queijo parmesão ralado.
Quando degustada, a pizza deve apresentar-se macia
bem assada, suave, elástica, fácil de ser dobrada pela metade.
As bordas elevadas devem ser douradas".
O gosto da massa deve ser de pão bem fermentado
misturado ao sabor ácido do tomate, aroma de alho, orégano, manjericão.
Receita de uma deliciosa pizza:
Ingredientes:
- 4 xícaras de chá de farinha de trigo especial peneirada (aproximadamente)
- 30 g de fermento biológico
- 1 colher de sopa de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de açúcar refinado
- 3/4 de xícara de chá de leite morno (aproximadamente)
- 1 colher de café de sal ou massa de alho
- Óleo de soja (aproximadamente 1/4 de xícara)
- Farinha de trigo o quanto baste para dar liga à massa
- Óleo para untar as assadeiras
- Primeiramente prepare o fermento: em uma vasilha plástica funda, usando luvas, desmanche o fermento no leite morno com as mãos, acrescente o açúcar e a colher de farinha de trigo
- Cubra com um pano de prato limpo e leve ao forno desligado
- Deixe descansar por 1/2 hora
- Após descansado, acrescente aos poucos a farinha e o sal, sovando bastante
- Não se esqueça do óleo
- Se necessário, acrescente leite morno aos pouquinhos ou farinha de trigo
- Ressalte-se que na massa não pode ir muito óleo, senão a massa fica dura
- Sove bem até a massa desgrudar das mãos e ficar bem lisinha
- Demora um pouco mesmo, mas quanto mais se sova, mais a massa fica macia por dentro e crocante por fora depois de assada
- Quando a massa estiver lisinha, espalhe um pouco de óleo entre as mãos e "unte" a bola de massa Ponha a massa novamente na vasilha, cubra com o pano, leve ao forno desligado e deixe por 1 hora mais ou menos
- Para poupar tempo, unte as assadeiras com óleo
- Após descansar, tire a vasilha com a massa do forno, divida em duas partes, ou quantas quiser, se for fazer pizza brotinho, fica a seu critério, estique a massa com um rolo ou garrafa de vidro cheia d'água morna para quente, e disponha a massa nas assadeiras
- Espalhe somente o molho de tomate de sua preferência, e leve as assadeiras ao forno desligado por mais 40 minutos a 1 hora
- A massa crescerá novamente
- Retire do forno as assadeiras com massa
- Pré-aqueça o forno na temperatura máxima por 15 minutos (o forno deve estar muito quente)
- Após pré-aquecido, leve uma assadeira de cada vez ao forno (a grade deve estar no alto e deixe de 3 a 5 minutos apenas (somente para pré assar)
- Retire imediatamente a assadeira do forno e a cubra com o recheio de sua preferência
- Leve novamente ao forno e deixe somente até derreter os queijos(entre 5 e 10 minutos) está pronta
- A massa em regra fica grossa, crocante por fora e supermacia por dentro
- Pode, se quiser, substituir o óleo por azeite extra virgem, assim como acrescentar orégano ou ervas finas à massa
- Informações Adicionais Sugestão simples de recheio: 400g de mussarela, 200g de presunto, 1 tomate picado sem sementes e orégano.
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